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terça-feira, 4 de junho de 2013

Fui pra balada


Para quem duvida do poder de aproximação das redes sociais, vai aqui breve depoimento. Um fim de semana desses, em que fui abandonado por minhas mulheres (L), decidi ir a balada.

Antes que minha mulher saiba por outros e me veja em apuros, exponho logo aqui o tipo de balada a qual me refiro: em casa, tomando um drink, só e acompanhado por amigos no mundo virtual. Um momento incrível, nostálgico e plural. Converso com muitos amigos de diferentes épocas. Alguns mais próximos, outros nem tanto. Pitacos aqui e acolá, vai o tempo passando e uma sensação incrível de que, só na sala, com gente tão eclética como David Guilmour, Amy, Andreas Wollenweider, Burt Bacharach e muito rock and roll, não estou só. Muito pelo contrário. Estou muito bem acompanhado.

Essa é a magia das redes sociais. Permite uma conexão instantânea entre pessoas de diferentes gerações ou não, de amigos ou não, de próximos fisicamente ou não, enfim, uma balada movimentadíssima. Abaixo um exemplo do que escutava e que me tocou vindo de Loló, um amigo roqueiro, que hoje viaja ao Rio para sambar na Sapucaí J

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